sábado, 9 de maio de 2009

Seis milhões de zeros sorridentes.

Quando alguém indaga a sua sorte no amor, você recorre ao velho ditado no qual o jogo é o melhor substituto?
Que seja...
Dúvida: o contrário do ditado também é válido?
"Azar no amor, sorte no jogo"?
Se afirmativa a resposta, questiono:
Até quando é cabível de sustentação tal clichê?
Exemplifico: se um determinado sujeito briga com a namorada e em seguida faz uma aposta na Mega Sena, voltando a ficar numa boa com a garota duas horas depois da impressão do seu bilhete, então...
a)ele se dá bem com a gatinha e chega ao final do mês sem um tostão, ou
b)ele se dá bem com a gatinha e compra uma mansão com carro do ano na garagem no final do mesmo mês?

Até que ponto a sorte dura?
Voltar "às boas" com a namorada anula imediatamente a possibilidade de faturar aquela bolada histórica?
Ou a sorte perdura (tornando-se amabilísima) até a hora das bolinhas serem sorteadas?

Bem... eu não sei.
Mas só pra garantir já fiz minha jogada.
E amor... te ligo depois do sábado.

Um comentário:

Luciana disse...

Pelo menos ficou um sorriso que vale mais que seis milhões (espero!)
:)