terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

"Maktub", meu amor.

E ele segue apaixonado.
Apaixonado pelo voz dela.
Pela boca com sorriso contagiante;
Pelos olhos elétricos;
Pela maneira de amarrar os cabelos.

Apaixonado pela forma que ela mexe o lábio quando está descontente;
Pelos pulos e gritinhos de felicidade ao falar (pasmem!) com a sogra;
Pelo cafuné tão singular...

Apaixona-se cada vez mais quando ela arranca seu boné: "Você tem o cabelo tão bonito... Tira isso!".
Pelo beijo ao acordar.
Pelo toque da cabeça dela aconchegada em seu ombro, inundando seu mundo de paz.

Ele segue apaixonado pela força dela;
Pela paciência, dedicação, inteligência, companheirismo...
Encantado por cada gesto, fissurado em cada curva.
Seu rosto é puro amor.
Seu corpo, um santuário.
Sua alma... complemento da dele.

E ele segue apaixonado.
E ela o ama eternamente.
Agora?
Ele é todo coração.

sábado, 31 de janeiro de 2009

O óbvio.

E mais uma vez: "Sabia-se dela e desfazia-se por ela, cada vez mais inteiro."

Tudo que é pra sempre.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Para Aline

Salve
Saudade!
Só.

Amada menina.

domingo, 14 de dezembro de 2008

O dia em que eu sonhei.

E eis que chegou o tão esperado dia.
Saiu de casa, não sem antes conferir a disposição dos fios de seu cabelo e a roupa "da moda" no espelho.
Queria impressionar... Carecia impressioná-la.
Carecia ou padecia! Não eram muitas as suas alternativas.
Caminhava pelas ruas e avenidas com a graça de uma girafa; sabia-se grandioso ... ou a grandiosidade do momento idealizado nas noites de insônia era suficiente para engrandecer qualquer formiga.
Certo era, que a cada passo sentia-se mais fora de si; e no segundo seguinte a roupa (escolhida com tamanho esmero para ocasião) já não lhe parecia adequada... e queria brigar com o vento: "Ora, vá! Pare de desalinhar meu penteado!"
E logo percebia, num fio de lucidez, quão estúpida soaria a frase.
Decidiu não se importar tanto com a aparência.
De certo que ela não atentaria demasiadamente pra isto... e no mais, expressava-se bem, tinha um certo charme na maneira de jogar os cabelos (desalinhados mesmo!) e em último desespero, não seria má jogada valer-se dos sentimentos do passado vivo.
Enfim... os pés o levaram ao lugar marcado.
Não havia ninguém e num ímpeto de mau agouro pensou na desistência! Só pensou... as pernas não lhe obedeciam mais.
Depois de eternos 10 minutos observando as criações humanas mais pífias, deteve seu olhar ao horizonte multicolorido que se aproximava.
A silhueta perfeita desenhada discretamente sob aquela "roupa de moda" (talvez ela também se preocupara com o visual) deixava qualquer orador sem fala.
Andava lentamente, como que a saborear o chão sob os pés... e saboreava! Tinha vida em cada centímetro de seu esguio corpo.
Ele ali... estarrecido, embasbacado: como ela pôde se mostar tão bela? Não bastavam as lembranças que ele possuía?
Os olhos encontraram-se.
Ele tremeu (por dentro! por fora,era uma rocha.), ela (docemente) sorriu.
E estava feito.
E cumprimentaram-se.
E sentaram lado a lado apaixonados pela situação.
Pela imagem refletida em cada pupila.
Ela fazia-se dona de uma delicadeza que jamais poderá ser descrita pela língua humana. Ele, fazia-se dela. E desfazia-se por ela, cada vez mais inteiro.
E tudo era sinfonia... olhos, mãos, dedos, sorrisos, palavras... Não. Não haviam palavras naquele diálogo. Eram inúteis. Tudo o que precisava ser dito era entregue pelos sinais que os livros não ensinam e que todos aprendem... lá pela aurora dos doze, treze anos.
Era amor. E mais que isso: era amor puro... sem as metidas letras sequenciais para lhe arrancar o sacrosanto do instante.
Eram um do outro desde sempre.
Ele respirou aliviado.
Ela, respirou segura.

E as coisas a serem ditas continuaram no silêncio.
Mas é um silêncio diferente.
O silêncio perfeito da mudez que se compreende... facilmente.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Doce Tentação.





"EU PROVOCARIA VOCÊ..."

Tô pagando pra ver.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Será?





"E vivia tão nela, por ela e pra ela... que jamais havia notado a existência de outros rapazes no bairro."

Tampouco em seu coração.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Essas coisas do amor...

Eu controlava os canais da TV.
Eu controlava a temperatura do forno.
Controlava a velocidade do liquidificador.

Eu costumava controlar as calorias ingeridas.
Eu controlava os toques do telefone.
E quase sempre, minhas horas de sono.

Eu controlava o que dizer.
Eu controlava os atos.
Controlava as lembranças.

Eu controlava os olhares, as palavras e o tempo.
Cada sentimento era proposital e friamente controlado.

Até o dia de sua volta.
Até o dia em que você me trouxe de volta ao tão apaixonante caos.

PS: Bem feito pra mim não te esquecer!