Eu venho tentando convencer os outros sobre minhas aptidões nada sentimentais.
Mero matemático, quero ser hiato,
Mais um viajante dessas ruas ocidentais.
Em tudo vejo graça,
Sentado numa praça
Onde poodles cheiram folhas de jornais.
Eh... a solidão tem o sabor do saber,
Aquilo que ninguém consegue entender,
Codificado nos teus risos banais.
Eh... achei melhor poder te dizer,
Só porque sei que você não quer viver,
Mais um pecado com esses reles mortais.
Criei as saídas,
Válvulas de escape.
Encapei meus medos
Com relações surreais.
Teus desembaraços,
Donos dos meus passos,
Passo adiante, amor.
Quero mais.
Eh... também não sei quando será nossa data,
Pensando bem, seria uma idéia sensata,
Poder ser teu até o outono passar.
Eh... melhor cê aceitar meu pedido,
Tô caprichando, ensaiei bem o infinitivo,
No infinito desse verbo: amar.
Uma homenagem a Déborah.
sexta-feira, 27 de março de 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
Então...
Te ligo a noite pra contar uma história
Não foi comigo mas podia até ser
Eu vejo o filme aqui na minha memória
Assisto a cada cena acontecer
Dois personagens tão conhecidos
Quem é que não passou por algo assim
Dois namorados colados num love
Flutuam leves num azul sem fim
Começou numa sessão de cinema
A história até nem era nada de mais
E na sequencia teve um telefonema
Falando de coincidencias astrais
Tantos planetas parecidos
E nada disso parecia em vão
Versos soprados bem junto ao ouvido
Era o início de uma nova paixão
A vida sempre tem as suas surpesas
E na verdade o que aconteceu
É que no dia a dia além das belezas
O que é defeito também apareceu
Um disse ao outro: paciência
Tenho desejos diferentes dos seus
Juntos buscamos a justa ciência
De não dizer ao outro um simples adeus
Não vá não vá não vá não vá
Não vá dizer adeus.
Não foi comigo mas podia até ser
Eu vejo o filme aqui na minha memória
Assisto a cada cena acontecer
Dois personagens tão conhecidos
Quem é que não passou por algo assim
Dois namorados colados num love
Flutuam leves num azul sem fim
Começou numa sessão de cinema
A história até nem era nada de mais
E na sequencia teve um telefonema
Falando de coincidencias astrais
Tantos planetas parecidos
E nada disso parecia em vão
Versos soprados bem junto ao ouvido
Era o início de uma nova paixão
A vida sempre tem as suas surpesas
E na verdade o que aconteceu
É que no dia a dia além das belezas
O que é defeito também apareceu
Um disse ao outro: paciência
Tenho desejos diferentes dos seus
Juntos buscamos a justa ciência
De não dizer ao outro um simples adeus
Não vá não vá não vá não vá
Não vá dizer adeus.
sábado, 21 de março de 2009
Hã?

E eu que ando tão calado
Olhar vago semi-disfarçado
Pintando cores sob os tons de lá
Redescobrindo estrelas em seu olhar
E eu que ando aí por essas ruas
Grande coração de joelhos para Lua
Desvendo o tempo que não me pertenceu
E ainda vejo que seu amor sou eu
Eu que ando pelo nome santo
Doce descoberta do mais vão espanto
Escancarando meu mundo por um sorriso teu
Maior amor que o ser que se diz humano já viveu
Nas praças e nos bancos delas
Nossos nomes gravados
Moldura humana, a mais bela tela
Mãos carinhosas de dedos entrelaçados balbuciando espera
Eu que moro em tudo o que você vê
Você que vive em cada pífio olhar
Sentimento mais puro que se pode haver
Conjugamos juntos nesse verbo: amar.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Música sem título.
Eu sei que te falei
Até perdi a hora
Escuta meu desabafo
Descompassado agora
Confesso bem baixinho
Pra não me sentir sozinho
Te amo...
Eu perco a chave, o trem
Eu choro noite afora
Eu nego, entrego, espero
Peço: não demora
Entenda que me desfaço
Sem você eu não me acho
É estranho...
Então venha
Quê que você tanto teme
Simplesmente tenha
A porta aberta pra me receber
O mundo espera a nossa história acontecer
Não quero me conter
Eu conto o meu segredo
Dispenso até a paciência de todo medo
"Cê" já sabe a ladainha
Pra não se sentir sozinha
Te amo...
O tempo varre as horas
Dessa longa estrada
A chuva, a casa, a vida
Sem você é nada
Imploro que não se negue
A frase que me despede
Te amo...
Até perdi a hora
Escuta meu desabafo
Descompassado agora
Confesso bem baixinho
Pra não me sentir sozinho
Te amo...
Eu perco a chave, o trem
Eu choro noite afora
Eu nego, entrego, espero
Peço: não demora
Entenda que me desfaço
Sem você eu não me acho
É estranho...
Então venha
Quê que você tanto teme
Simplesmente tenha
A porta aberta pra me receber
O mundo espera a nossa história acontecer
Não quero me conter
Eu conto o meu segredo
Dispenso até a paciência de todo medo
"Cê" já sabe a ladainha
Pra não se sentir sozinha
Te amo...
O tempo varre as horas
Dessa longa estrada
A chuva, a casa, a vida
Sem você é nada
Imploro que não se negue
A frase que me despede
Te amo...
sábado, 14 de março de 2009
Blergh!
Porque cura para todo mal está no Hipoglós, Merthiolate e Sonrisal.
Massageie, espalhe e engula.
E pare com essa frescura de achar que se morre de amor!
É tempo de mentes abertas.
Massageie, espalhe e engula.
E pare com essa frescura de achar que se morre de amor!
É tempo de mentes abertas.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Minha melhor resposta.
Falo.
Não somente por possuir agora a certeza capaz de controlar o que deve ser dito, mas também pela mesma certeza (eu sei, contraditória) capaz da coragem pra libertar a sequência de letras acanhadas que a garganta traduz pelo coração.
Falo pela infância, pelos barcos, ursos, filmes.
Pelas gotas de chuva que nos banharam e pelas tantas que correram de nossos olhos.
Falo pelo mesmo frio na barriga ao sentir sua mão na minha de novo.
E por inúmeros motivos, sensações e sentimentos que não encontro maneira de descrever.
"Que minha mudez seja facilmente compreendida", não é isso?
Pois bem.
Não há necessidade de repetir todos aqueles votos.
Você é esperta. Sabe o que precisa.
De tudo, me resta a felicidade de saber que algumas coisas podem ser reconstruídas.
Outras, nunca mudam.
Amo você.
Homenagem a Mariana Maria.
Não somente por possuir agora a certeza capaz de controlar o que deve ser dito, mas também pela mesma certeza (eu sei, contraditória) capaz da coragem pra libertar a sequência de letras acanhadas que a garganta traduz pelo coração.
Falo pela infância, pelos barcos, ursos, filmes.
Pelas gotas de chuva que nos banharam e pelas tantas que correram de nossos olhos.
Falo pelo mesmo frio na barriga ao sentir sua mão na minha de novo.
E por inúmeros motivos, sensações e sentimentos que não encontro maneira de descrever.
"Que minha mudez seja facilmente compreendida", não é isso?
Pois bem.
Não há necessidade de repetir todos aqueles votos.
Você é esperta. Sabe o que precisa.
De tudo, me resta a felicidade de saber que algumas coisas podem ser reconstruídas.
Outras, nunca mudam.
Amo você.
Homenagem a Mariana Maria.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
"Maktub", meu amor.
E ele segue apaixonado.
Apaixonado pelo voz dela.
Pela boca com sorriso contagiante;
Pelos olhos elétricos;
Pela maneira de amarrar os cabelos.
Apaixonado pela forma que ela mexe o lábio quando está descontente;
Pelos pulos e gritinhos de felicidade ao falar (pasmem!) com a sogra;
Pelo cafuné tão singular...
Apaixona-se cada vez mais quando ela arranca seu boné: "Você tem o cabelo tão bonito... Tira isso!".
Pelo beijo ao acordar.
Pelo toque da cabeça dela aconchegada em seu ombro, inundando seu mundo de paz.
Ele segue apaixonado pela força dela;
Pela paciência, dedicação, inteligência, companheirismo...
Encantado por cada gesto, fissurado em cada curva.
Seu rosto é puro amor.
Seu corpo, um santuário.
Sua alma... complemento da dele.
E ele segue apaixonado.
E ela o ama eternamente.
Agora?
Ele é todo coração.
Apaixonado pelo voz dela.
Pela boca com sorriso contagiante;
Pelos olhos elétricos;
Pela maneira de amarrar os cabelos.
Apaixonado pela forma que ela mexe o lábio quando está descontente;
Pelos pulos e gritinhos de felicidade ao falar (pasmem!) com a sogra;
Pelo cafuné tão singular...
Apaixona-se cada vez mais quando ela arranca seu boné: "Você tem o cabelo tão bonito... Tira isso!".
Pelo beijo ao acordar.
Pelo toque da cabeça dela aconchegada em seu ombro, inundando seu mundo de paz.
Ele segue apaixonado pela força dela;
Pela paciência, dedicação, inteligência, companheirismo...
Encantado por cada gesto, fissurado em cada curva.
Seu rosto é puro amor.
Seu corpo, um santuário.
Sua alma... complemento da dele.
E ele segue apaixonado.
E ela o ama eternamente.
Agora?
Ele é todo coração.
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