sábado, 21 de março de 2009

Hã?







E eu que ando tão calado
Olhar vago semi-disfarçado
Pintando cores sob os tons de lá
Redescobrindo estrelas em seu olhar

E eu que ando aí por essas ruas
Grande coração de joelhos para Lua
Desvendo o tempo que não me pertenceu
E ainda vejo que seu amor sou eu

Eu que ando pelo nome santo
Doce descoberta do mais vão espanto
Escancarando meu mundo por um sorriso teu
Maior amor que o ser que se diz humano já viveu

Nas praças e nos bancos delas
Nossos nomes gravados
Moldura humana, a mais bela tela
Mãos carinhosas de dedos entrelaçados balbuciando espera

Eu que moro em tudo o que você vê
Você que vive em cada pífio olhar
Sentimento mais puro que se pode haver
Conjugamos juntos nesse verbo: amar.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Música sem título.

Eu sei que te falei
Até perdi a hora
Escuta meu desabafo
Descompassado agora
Confesso bem baixinho
Pra não me sentir sozinho
Te amo...

Eu perco a chave, o trem
Eu choro noite afora
Eu nego, entrego, espero
Peço: não demora
Entenda que me desfaço
Sem você eu não me acho
É estranho...

Então venha
Quê que você tanto teme
Simplesmente tenha
A porta aberta pra me receber
O mundo espera a nossa história acontecer

Não quero me conter
Eu conto o meu segredo
Dispenso até a paciência de todo medo
"Cê" já sabe a ladainha
Pra não se sentir sozinha
Te amo...

O tempo varre as horas
Dessa longa estrada
A chuva, a casa, a vida
Sem você é nada
Imploro que não se negue
A frase que me despede
Te amo...

sábado, 14 de março de 2009

Blergh!

Porque cura para todo mal está no Hipoglós, Merthiolate e Sonrisal.

Massageie, espalhe e engula.
E pare com essa frescura de achar que se morre de amor!
É tempo de mentes abertas.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Minha melhor resposta.

Falo.
Não somente por possuir agora a certeza capaz de controlar o que deve ser dito, mas também pela mesma certeza (eu sei, contraditória) capaz da coragem pra libertar a sequência de letras acanhadas que a garganta traduz pelo coração.
Falo pela infância, pelos barcos, ursos, filmes.
Pelas gotas de chuva que nos banharam e pelas tantas que correram de nossos olhos.
Falo pelo mesmo frio na barriga ao sentir sua mão na minha de novo.
E por inúmeros motivos, sensações e sentimentos que não encontro maneira de descrever.
"Que minha mudez seja facilmente compreendida", não é isso?
Pois bem.
Não há necessidade de repetir todos aqueles votos.
Você é esperta. Sabe o que precisa.

De tudo, me resta a felicidade de saber que algumas coisas podem ser reconstruídas.
Outras, nunca mudam.
Amo você.


Homenagem a Mariana Maria.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

"Maktub", meu amor.

E ele segue apaixonado.
Apaixonado pelo voz dela.
Pela boca com sorriso contagiante;
Pelos olhos elétricos;
Pela maneira de amarrar os cabelos.

Apaixonado pela forma que ela mexe o lábio quando está descontente;
Pelos pulos e gritinhos de felicidade ao falar (pasmem!) com a sogra;
Pelo cafuné tão singular...

Apaixona-se cada vez mais quando ela arranca seu boné: "Você tem o cabelo tão bonito... Tira isso!".
Pelo beijo ao acordar.
Pelo toque da cabeça dela aconchegada em seu ombro, inundando seu mundo de paz.

Ele segue apaixonado pela força dela;
Pela paciência, dedicação, inteligência, companheirismo...
Encantado por cada gesto, fissurado em cada curva.
Seu rosto é puro amor.
Seu corpo, um santuário.
Sua alma... complemento da dele.

E ele segue apaixonado.
E ela o ama eternamente.
Agora?
Ele é todo coração.

sábado, 31 de janeiro de 2009

O óbvio.

E mais uma vez: "Sabia-se dela e desfazia-se por ela, cada vez mais inteiro."

Tudo que é pra sempre.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Para Aline

Salve
Saudade!
Só.

Amada menina.